O CEO do Club65, Hugo Gonçalves Pereira, esteve à conversa com a jornalista Rita Neves no podcast Chave na Mão, uma iniciativa do Expresso dedicada a temas de habitação, investimento e tendências do setor imobiliário.
Neste episódio, o projeto é apresentado no contexto de uma mudança estrutural: a forma como vivemos depois dos 65 está a evoluir e o mercado começa finalmente a responder.
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Uma resposta a uma mudança real
Ao longo da conversa, fica claro um ponto essencial: o Club65 não nasce como uma resposta assistencial, mas como uma resposta à longevidade.
Portugal está a envelhecer, mas essa realidade traz uma nova geração de pessoas com mais de 65 anos que continuam ativas, autónomas e ligadas à cidade. Pessoas que não se revêm em modelos tradicionais e que procuram soluções alinhadas com o seu estilo de vida.
É precisamente neste espaço que surge o conceito de Senior Independent Living, uma categoria já consolidada internacionalmente e ainda em fase inicial em Portugal.
Um modelo com serviços integrados e custos previsíveis
Um dos temas centrais do episódio é o modelo do Club65: apartamentos privados combinados com serviços integrados que simplificam o dia a dia.
A mensalidade inclui não só o espaço, mas também um conjunto alargado de serviços, desde manutenção e limpeza até concierge 24/7, segurança e acesso a áreas comuns.
Os valores de referência partilhados no podcast, entre 1.000€ e 1.900€, dependendo da tipologia, refletem um posicionamento claro: não é um produto massificado, mas também não é um conceito fechado a uma elite.
É uma proposta estruturada para quem valoriza conforto, conveniência e autonomia, com previsibilidade de custos e sem a complexidade associada à gestão de uma casa.
Não é um lar. É uma escolha de vida
Outro ponto sublinhado na conversa é a necessidade de clarificar o conceito.
O Club65 não é um lar, nem um modelo institucional. É uma solução habitacional pensada para pessoas independentes que querem continuar a viver com liberdade, mas com menos fricção no dia a dia.
A proposta assenta numa ideia simples: viver mais anos deve significar viver melhor, com mais tempo, mais escolha e menos preocupações.
Um novo capítulo no mercado residencial
A presença no podcast reforça o papel do Club65 como um dos projetos que está a ajudar a definir esta nova categoria em Portugal.
Mais do que um projeto imobiliário, trata-se de uma evolução na forma como pensamos a habitação ao longo da vida, alinhada com uma sociedade mais longeva, urbana e exigente.
Porque viver depois dos 65 não é abrandar.
É escolher como queremos continuar.
Créditos da imagem: Expresso